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April 20, 2018

 

 

 

 

Trazendo literalmente o samba na veia, a carioca Adriana Passos foi criada na tradição do samba, desde muito cedo, participando de rodas de samba caseiras promovidas por seu pai, Aldo Passos, também compositor e parceiro. Herdou também a ginga do seu avô, Arnaldo Passos, um dos expoentes de sua geração, compondo ao lado de Geraldo Pereira, Monsueto e Luis Vieira. Foi buscando exatamente resgatar sua obra – foi autor de Mora na Filosofia, Menino de Braçanã, Escurinha, Samba Bom e outros sucessos gravados até hoje – que a cantora lança seu novo trabalho, Sal do Samba, incluindo também as composições próprias e inéditas de compositores que vêm se destacando no atual cenário musical, como Adler São Luiz, Ednaldo Lima, Marco Jabú, Ricardo Mansur, Augusto Bapt e Rodrigo Braga. Contando com a participação especial de Moyses Marques, o CD Sal do Samba reúne ritmos como coco, tambor de Criola e jongo ao samba tradicional de Arnaldo Passos, dando um frescor e renovação próprios de Adriana Passos. 

Love Letters é o quinto disco de João, que aos 28 anos, possui uma discografia de respeito. O primeiro CD, chamado Just in Time, saiu em 2013, Abre Alas – Canções de Ivan Lins em 2015. Em 2016 vieram Celebrando Sinatra e Influência do Jazz. Gravado no estúdio Araras em outubro de 2017, o álbum, que chegou ao mercado neste mês de fevereiro, traz a refinada assinatura, na direção musical e arranjos, do maestro Gilson Peranzzetta, responsável por todos os CDs e shows de João Senise. O disco traz as participações especialíssimas da cantora de jazz Indiana Nomma, de seu pai Mauro Senise no sax e flauta, Nelson Faria no violão, Romero Lubambo na guitarra, Zeca Assumpção no baixo e Ricardo Costa na bateria. Entre as 16 músicas do CD estão a faixa-título Love Letters, My funny valentine, I fall in love too easily, Unforgettable, Can´t we be friends? ‘S Wonderful, Besame Mucho, Autumn leaves, The way you look tonight, Human Nature e Moondance. 

 

Ouça abaixo o álbum na íntegra:

 

 

Mambo Rapidito e Un Tabaco para Elegua antecipam Orquesta Akokán, primeiro trabalho do supergrupo de Cuba. “Akokán” é uma palavra da língua iorubá usada em Cuba, que significa “do coração”. E, com toda certeza, cada música de Orquesta Akokán, disco de estreia autointitulado do grupo (com lançamento em 30 de março, pela Daptone Records), se parece com uma mensagem vinda do coração da banda para os ouvintes.  Criada e comandada pelo vocalista cubano José “Pepito” Gómez, a Orquesta Akokán é um grande coletivo que reúne alguns dos melhores músicos da ilha de Cuba, tanto novos quanto experientes. O disco traz apenas músicas originais e foi gravado durante uma sessão de três dias no Estudios Areito, em Havana. O Areito é um dos mais antigos estúdios do mundo e abrigou a produção de importantes álbuns cubanos. Orquesta Akokán foi produzido por Jacob Plasse e teve os arranjos realizados por Mike Eckroth. Desde a primeira faixa, o disco mostra ao que veio. Mambo Rapidito e Un Tabaco para Elegua têm um ritmo contagiante ora comandado pelo baixo, ora completado pelas ricas cascatas de piano, mas sempre apimentado pela alegria de Pepito.  

 

Ouça o álbum na íntegra:

 

 

 

Após nove trabalhos solos, o músico carioca está comemorando os 25 anos de carreira como baterista solo, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa, por Thiago Kropf, e masterizado por Alex Gordon no Abbey Road Studios, de Londres. O novo disco reúne a sinergia do jazz rock, grande influência do baterista desde a adolescência, e traz dois exímios instrumentalistas: o contrabaixista Marco Bombom (da lendária Conexão Japeri, de Ed Motta) e o guitarrista Julio Maya, com quem Alfredo tocou no início da carreira. O CD JAM abre com The Night, faixa surgida a partir de criações do baterista no teclado e composta exclusivamente para a formação da bateria, baixo, guitarra e teclado. Na sequência, Dream Aria exalta o acaso e a espontaneidade. Em High Speed, o baterista sintetiza suas grandes influências setentistas: Billy Cobham, Mahavishnu Orchestra, The Eleventh House. A faixa Spanish foi pensada em destacar o baixo, com a melodia e o solo de “baixolão” do Marco Bombom. A faixa-título JAM, primeira a ser gravada, foi concebida exatamente conforme o nome: uma jam session, composta com arranjos na hora dos takes com Maya e Bombom. A faixa-solo Experience, também criada a partir de frases no teclado pelo baterista, termina com um solo livre de bateria utilizando afinação diferente, mais agora do que costuma usar. Após o disco já concluído (e masterizado) o baterista incluiu The End, sentindo a necessidade de uma música do trio tocando ao mesmo tempo.

 

Ouça o álbum na íntegra:

 

 

 

 

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